| Fig.1 |
No blogue que referi anteriormente pode-se ler ''O caso do Sporting parece de amor/ódio. Quando os leões estão na maré de cima, o profissionalismo da imprensa parece vir ao de cima, contudo, quando os leões estão em baixo, tudo serve para deitar ainda mais abaixo (aquela capa: ''É Carvalhal, ninguém leva a mal'', foi um dos pontos mais baixos da imprensa desportiva - ver fig.1). Desde entrevistas a ex-dirigentes a criticar a actual direcção, em momentos de tranquilidade directiva, até à invenção de novelas e transferências com o nome de Adrien em destaque.''
Na minha opinião, os jornais estão para o futebol como o futebol está para os adeptos. Os jornais pouco se interessam em respeitar o Sporting. Se ganhamos somos os melhores, se perdemos somos os piores. Somos, sem dúvida, o clube mais esfaqueado a sangue frio e isso resulta de uma maior vulnerabilidade que nos é característica. Isto tudo deve-se a lideranças fracas por parte das anteriores direcções. Hoje, o Sporting encontra-se mais forte, mais blindado e tem uma estrutura que até ao momento parece-me sólida mas não indestrutível, por enquanto.
Tem sido feito um bom trabalho no que toca à imprensa. Têm-se aberto processos aos que tanto nos atentam e tem havido muitos desmentidos. É assim que o Sporting deve funcionar. É fundamental sermos activos e termos um carácter forte.
Voltando atrás, quando à pouco dizia que os jornais estão para o futebol como este está para os adeptos tencionava fazer ver que futebol, jornais e adeptos estão relacionados. Infelizmente, não pelas melhores e óbvias razões mas sim pelo futebol-negócio. Hoje em dia tudo se faz, tudo se escreve e tudo se inventa para ganhar dinheiro. Chegámos a este ponto. É pena.
Tiago Quinzereis
16/07/12








0 comments:
Post a Comment