
O caixinha tem um problema. É com o Sporting dirão os meus amigos que me lêm. É um problema de afirmação digo eu. Passo a explicar.
O caixinha um dia passou pelo Sporting como treinador adjunto. Mais um que, sem nada que o recomendasse a não ser uma passagem pelo Vasco da Gama da Vidigueira, a quem, como a tantos outros, o nosso clube abriu as portas. Mas adiante que isso são outras contas de dividir…
Saído do Sporting , a toque de caixa, tem depois, o caixinha, passagens pelo Al Hilal, Panathinaikos e Rapid de Bucareste. Ainda e sempre como adjunto. Fazendo o seu caminho profissional e ganhando o lastro necessário para num futuro assumir outras responsabilidades. Dirão os meus amigos e, desta vez, bem . Caramba! entre isso e as Novas Oportunidades o homem até não optou mal.
E esse futuro chegou. Regressado a Portugal, recebeu aquele convite há tanto esperado e, presume-se, não menos ansiado. A U. Leiria, através do seu inefável presidente (um dos rostos do tão falado “sistema”), abre-lhe as portas da 1ª Liga. Até aqui nada de novo, conhecidas que são as apostas que o clube sempre fez em técnicos mais ou menos desconhecidos.
Chegado a Leiria embora tivesse sido apresentado como treinador principal, a verdade é que não passou, novamente, de um mero adjunto (na cidade todos o sabem) de João Bartolomeu.
Foi curta, e pouco dignificante, a sua passagem pelas margens do Liz. O “Bartolas”, como por lá é conhecido, é quem assina os cheques e não costuma brincar em serviço. Quem se habituou a Mourinho, Jesus, Domingos, Cajuda, Manuel José…para que diabo ia querer um caixinha?
Saído do Sporting , a toque de caixa, tem depois, o caixinha, passagens pelo Al Hilal, Panathinaikos e Rapid de Bucareste. Ainda e sempre como adjunto. Fazendo o seu caminho profissional e ganhando o lastro necessário para num futuro assumir outras responsabilidades. Dirão os meus amigos e, desta vez, bem . Caramba! entre isso e as Novas Oportunidades o homem até não optou mal.
E esse futuro chegou. Regressado a Portugal, recebeu aquele convite há tanto esperado e, presume-se, não menos ansiado. A U. Leiria, através do seu inefável presidente (um dos rostos do tão falado “sistema”), abre-lhe as portas da 1ª Liga. Até aqui nada de novo, conhecidas que são as apostas que o clube sempre fez em técnicos mais ou menos desconhecidos.
Chegado a Leiria embora tivesse sido apresentado como treinador principal, a verdade é que não passou, novamente, de um mero adjunto (na cidade todos o sabem) de João Bartolomeu.
Foi curta, e pouco dignificante, a sua passagem pelas margens do Liz. O “Bartolas”, como por lá é conhecido, é quem assina os cheques e não costuma brincar em serviço. Quem se habituou a Mourinho, Jesus, Domingos, Cajuda, Manuel José…para que diabo ia querer um caixinha?
Agora no Nacional da Madeira (que nome mais contraditório!), pelo que foi possível ver ontem, através da TV, e que já noutras transmissões tinha sido perceptível, o caixinha passa os jogos a levar nas orelhas do verdadeiro treinador principal: Rui Alves. Triste sina...mais uma vez adjunto!
É perfeitamente compreensível a postura dos presidentes da U. Leiria e do Nacional. Já por si mesmos, e pela fama que os precede, o adepto de futebol comum tem alguma antipatia pelos seus clubes. Mas ouvir os comentadores referirem-se às suas equipas como, por exemplo, "a equipa montada por caixinha” não ajuda a credibilizar. Então o lógico não seria, pelo contrário, a caixinha ser montada pela equipa? Eu sei que já foi há bastantes anos, mas, pelo que me lembro das saudosas aulas de Trabalhos Manuais, era assim que nos ensinavam.
O caixinha nunca há-de ser um caixa. Quanto muito acabará onde geralmente acabam todos os ressabiados e incompetentes como ele: num caixote. Do lixo que o futebol produz e não tem capacidade para reciclar!!
9 Fev 2012







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